
Não sei de onde vem esse acorde que proclama:
-Sejas minha dama, sejas minha dama!
Mas vem...
Cavalga em minha alma que galopa impertinente
Em todos lugares...
Flutua entre montanhas e mares
Portais abertos no cosmos...
Esse acorde me desperta, me aflige, me enleva.
-Vem!
Meus olhos rodopiam, meus ouvidos multiplicam-se...
Ninguém...
Esse acorde me seduz, é a flauta encantada de Pã!
Um afã...
Sigo sinais inexistentes, na alma não há paz.
Morro aos poucos sem saber. (?)
De onde chama...
Esse acorde que proclama:
-Vem! És e sempre fostes minha dama....
-Sejas minha dama, sejas minha dama!
Mas vem...
Cavalga em minha alma que galopa impertinente
Em todos lugares...
Flutua entre montanhas e mares
Portais abertos no cosmos...
Esse acorde me desperta, me aflige, me enleva.
-Vem!
Meus olhos rodopiam, meus ouvidos multiplicam-se...
Ninguém...
Esse acorde me seduz, é a flauta encantada de Pã!
Um afã...
Sigo sinais inexistentes, na alma não há paz.
Morro aos poucos sem saber. (?)
De onde chama...
Esse acorde que proclama:
-Vem! És e sempre fostes minha dama....
3 comentários:
Q mistério, hein? Na próxima poesia vc poderia desvendar isso...rss...
Eu tb te amo!!!
Beijosss
Sua Dama...
Obrigada por todos esses dias... É um sonho!
Te amo!!!!!!
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